Fazer Amizade com as pessoas é uma das melhores coisas do Mundo. E a blogosfera propicia isso. Mas também pode ser muito perigosa; logo, há que ter muito cuidado: somos muitos e convém não esquecer que os homens são todos iguais - mas há uns mais iguais do que os outros...

quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013



Vão tomar no cu

e as vaias ao Relvas

Antunes Ferreira
Uma advertência prévia para os leitores mais desprevenidos ou menos atentos. Creio que aqui na nossa Travessa não os há; mas, mesmo assim, ela aqui fica. A primeira linha do título desta crónica é o que o ex-secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, escritor e apresentador televisivo, escreveu sem margem para dúvidas: vá tomar no cu. Há que dizer, antes do mais, que a expressão é um brasileirismo: entre nós usa dizer-se levar no cu. Para um governante que até há pouco fez parte do (des)Governo do Coelho, ainda por cima sobraçando a pasta da Cultura, o escrito parece ser pertinente. O Acordo Ortográfico em vigência não se refere a expressões desse jaez, reporta-se principalmente à ortografia, tanto quanto sei.

A segunda linha do título é sobre outra questão bem diferente: as vaias que o ministro supostamente licenciado tem sofrido. O homem deve ser um masoquista do maior quilate. Da última vez que lhe aconteceu esse percalço foi no ISCTE, pior do que já ocorrera no Congresso da ANAFRE. Deste maravilhoso tema dá o escriba conta na segunda parte deste texto. O pior é que, tudo se conjuga para a cena se volte a repetir com o ministro Vítor Gaspar, mais conhecido pelo ladrão sem piedade. Ele os outros robertos ou fantoches que tenham cuidado, porque os Portugueses através das cada vez mais utilizadas (e mais perigosas) redes sociais vão aproveitar todas as oportunidades para demonstrar que este (des)Governo não presta

Francisco José Viegas
Vamos então à primeira linha do título e ao texto que lhe corresponde; Para tal permito-me transcrever a notícia saída a terreiro no diário «Público», há já uns escassos dias, mesmo sem ter pedido autorização ao referido quotidiano, falta de que relevarão, estou certo.

«Francisco José Viegas dedica (na passada) quarta-feira um post no seu blogue ao atual secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, onde lhe deixa um aviso sobre o que fará se for abordado por um agente da Autoridade Tributária e Aduaneira ATA.
“Queria apenas avisar que, se por acaso, algum senhor da Autoridade Tributária e Aduaneira tentar fiscalizar-me à saída de uma loja, um café, um restaurante ou um bordel (quando forem legalizados) com o simpático objetivo de ver se eu pedi fartura das despesas realizadas, lhe responderei que, com pena minha pela evidente má criação, terei de lhe pedir para ir tomar no cu, ou, em alternativa, que peça a minha detenção por desobediência”.
Pobres fiscais da ATA...
“Ele, pobre funcionário, não tem culpa nenhuma; mas se a Autoridade Tributária e Aduaneira quiser cruzar informações sobre a vida dos cidadãos, primeiro que verifique se a Comissão Nacional de Proteção de Dados já deu o aval, depois que pague pela informação a quem quiser dá-la”», justifica o ex-governante (…).
Ora muito bem, o que quer dizer ora muito mal. Viegas utilizou o vernáculo que entendeu, sem cuidar das repercussões que o conselho iria ter por este cada vez mais triste País? Presumo que não. Quando escreveu que a ser abordado por um qualquer funcionário (recorde-se, e Viegas devia ser o primeiro a reconhecê-lo, que hoje não há funcionários, há, sim, o eufemismo de trabalhadores da Função Pública…) mais zeloso da ATA, à saída de um restaurante ou instituição similar quisesse fiscalizar a respeito de fatura, o mandaria tomar no cu, o escritor e ex-governante sabia o que escrevia. Não consta que tenha tido qualquer alucinação, ainda que temporária, que tivesse fumado mais charros que (ainda) são proibidos, ou que tenha sido atacado por uma qualquer inopinada ATAfobia.
O (des)Governo
Escreveu, está escrito, diziam os Romanos e com carradas de razão que verba volant, scripta manent. Ou seja, as palavras voam, as escritas permanecem. Nada a acrescentar ao que publicou no blogue dum seu antigo companheiro deste caótico Governo que diz que nos governa. Mas também pode acontecer que o puritanismo, a decência e a moral pública o qualifiquem de mal- educado. Ou a Igreja o excomungue. Nada disso. Eu, pelo menos espero bem que tal não aconteça; mas, pelo andar da carruagem…

  

O mais curioso, e continuo a transcrever o texto do «Público», foi que «Questionado pelos jornalistas sobre estes comentários na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares afirmou não os ter lido e disse que respeita "a opinião de todos os portugueses, tenham ou não feito parte do Governo". Miguel Relvas acrescentou que o executivo sabe que "as medidas são difíceis e delicadas", mas realçou que cabe a quem decide tomá-las fazê-las aplicar». Tarde piaste.

 

 

Cadeira elátrica

Tentando traduzir: seja ou não seja ex-membro do Executor, digo, Executivo que diariamente nos executa, qualquer cidadão poderá mandar tomar no cu a outro cidadão, sem que daí venha qualquer mal a público ou, até, sem receber dois sonoros par de bofetões nas trombas. Isto porque Ervas, perdão, Relvas, respeita a opinião de todos os Portugueses, etc. O licenciado só com uma cadeira – não a que talvez merecesse, isto é a elétrica – é um fervoroso adepto de expressões sem qualquer má intenção. Recorda-me até a célebre intervenção de Ramada Curto em pleno tribunal a propósito do termo usado pela Acusação - filho de puta. Noutra altura contarei a história verdadeiramente deliciosa.

 

 

Assim, numa terra como a nossa, não é motivo de agravo, muito menos de punição, mandar um sujeito, no caso um fiscal da ATA, tomar no cu. E se assim mandassem Relvas?

 

 

Demissão, demissão!

 

 

Entre-se, então na segunda alínea do texto, recorrendo, também aqui ao que a comunicação social publicou, com pequeníssimos aditamentos.

  

«Foi ao som de gritos de “demissão!” e “para os bancos só milhões, para o ensino só tostões!” e apupos de dezenas de alunos que o ministro Miguel Relvas foi recebido na passa terça-feira à tarde no ISCTE, em Lisboa. No auditório onde Miguel Relvas deveria encerrar a conferência sobre o futuro do jornalismo, organizada pela TVI para assinalar os 20 anos da estação, cerca de uma centena de alunos levantou-se assim que o ministro entrou na sala e fez um barulho ensurdecedor, empunhando cartazes e uma enorme faixa que não se tinham ainda visto. “Bolsas sim, propinas não! Este Governo não tem educação!”, gritou-se repetidamente. Quando os gritos acalmaram, ouviu-se uma pergunta: “Vieste às aulas hoje?”.
Relvas não discursou e pirou-se
Quando Miguel Relvas subiu ao palco para ler o discurso que trazia preparado, o ruído ensurdecedor voltou. O ministro esperou uns minutos, de meio sorriso e depois com um ar mais sisudo e acabou por desistir de falar desistiu. Desceu do palco, rodeado por seguranças, cumprimentou os responsáveis da TVI e da Media Capital que se encontravam na primeira fila e saiu. Sempre ao som de frases como “Dói a propina! Dói a propina!”, “Está na hora, está na hora de o Governo ir embora!” e ainda “Estudantes unidos jamais serão vencidos!”.
Já fora do auditório, Miguel Relvas tentou sair por diversas portas do edifício, mas as saídas estavam barradas por grupos de estudantes, que também fizerem uma espera ao ministro junto aos automóveis da sua comitiva. Na rua ouviu-se Grândola, Vila Morena, que nos últimos dias tem sido a banda sonora de protesto contra o Governo – foi no debate quinzenal no Parlamento, foi, na segunda-feira, num debate em V.N. Gaia onde Relvas era o convidado.
Depois de o ministro sair, foi a vez de o jornalista e diretor de Informação da TVI, José Alberto Carvalho, subir ao palco e tentar acalmar os ânimos. “Os jornalistas são os vossos maiores aliados, até ao momento em que a liberdade de expressão se torna uma agressão a outros valores”, começou por dizer, vincando que “a liberdade de expressão não se impõe silenciando os outros": "Foi também isso que discutimos aqui hoje.”
Antecipando-se a vaias ou aplausos, Carvalho avisou que não estava a dar a sua opinião “sobre Miguel Relvas, o Governo ou sobre as pessoas que se manifestaram”. “A liberdade de expressão é um princípio que devemos e que estivemos aqui a discutir hoje. Podem contar com a TVI para isso.” Foi aplaudido e os estudantes saíram da sala de forma ordeira.
Pouco depois deste protesto, o (des)Governo emitiu uma nota lamentando as "circunstâncias anómalas" que não permitiram a Miguel Relvas discursar e reiterando que "nunca se deixará condicionar por ações de natureza semelhante no exercício constitucional das suas funções".
Grândola, vila morena

Mas nem só estudantes protestaram contra Relvas no ISCTE. Os cartazes azuis e pretos que se viam na sala onde decorria a conferência são os que o movimento “Que se lixe
troika! Queremos as nossas vidas”, responsável pela grande manifestação de 15 de Setembro, está a usar para convocar mais um protesto nacional para 2 de Março (além de várias cidades portuguesas, Londres e Boston também estão estão na agenda Cartazes que, de resto, citam um dos versos de Grândola, Vila Morena: “O povo É quem mais ordena”.
Os Indignados Lisboa, outro grupo de ativistas, recordou ao longo de toda esta terça-feira, no Facebook, que Miguel Relvas iria estar no ISCTE às 17h, sugerindo – sem apelar diretamente – a manifestação que acabou por acontecer. O mesmo coletivo, de novo na sua página naquela rede social Gaspar será objeto de idêntico procedimento quando sobre o tema "Consolidação, crescimento e coesão", na quinta-feira, num hotel de Lisboa. Isto porque o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, integra o programa. "Vamos continuar", do PSD, escrevem, num outro post. Na altura em que se escreve esta crónica ainda não o posso dizer o que irá acontecer amanhã a Gaspar que vai porque não sou a Pitonisa de Delfos.
Twitter
No Twitter, a hashtag #Relvas tornou-se rapidamente a mais repetida pelos utilizadores portugueses daquela rede de microblogging. O aplauso ao protesto foi quase geral. O que não impediu o jornalista da TVI Pedro Calhau de refletir sobre o caso: "Ver um governante a ser conduzido numa fuga a um protesto nunca tem nada de bom para ninguém. E esse é o maior sinal a reter". Filipe Caetano, jornalista da mesma estação, questionava por outro lado a opção de Miguel Relvas.

 

As vaias a Relvas começaram assim que o ministro entrou no espaço do congresso, com muitos dos 1300 delegados presentes a manifestarem de viva voz o seu desagrado pela reforma administrativa que o Governo pretende fazer. A situação tornou-se mais evidente, no entanto, quando Miguel Relvas subiu ao microfone, para fazer o discurso de encerramento do congresso. O ministro foi de imediato interrompido por vaias e gritos de "vai-te embora", com cerca de 300 delegados a saírem da sala, recusando-se a ouvi-lo. Só a intervenção de Armando Vieira, o presidente da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), pedindo calma aos participantes, permitiu que se fizesse silêncio suficiente para que Miguel Relvas completasse o seu discurso».

De citações (tal como de insubstituíveis está o Inferno ceio) está este artigo está e os que (ainda) o lerem podem perfeitamente apelidar o autor de copista. Têm razão, mas o que se transcreveu parece suficientemente elucidativo da opinião que, agora, muitos cidadãos têm sobre esta corja. Crê o escriba que, até mesmo bastantes dos que votaram neles estão arrependidos. De qualquer forma, está enfastiada a maioria dos Portugueses. Esta quadrilha está a ir-lhes ao bolso, está a rouba-la, está a desgraça-la, está a destrui-la. Mas, como bananas que somos, vamos aguentando. Pelo menos na opinião do banqueiro Fernando Ulrich: ai aguentam, aguentam; se os sem abrigo aguentam por que raio os outros não aguentarão?

Buiça, o regicida
Tem o autor dito muitíssimas vezes e escrito outras tantas que seria ótimo que aparecesse um Buiça. Um? Uns quantos mais. A EU não os permitiria? Pois, mas depois dos tiros fatais já não os proibiria.  

+++++
PASSATEMPO/CONCURSO
Figura pública

Entretanto e até depois de amanhã sexta-feira, podem continuar os leitores a enviar palpites para o PASSATEMPO/CONCURSO que está a decorrer. Muito obrigado e boa sorte.




30 comentários:

  1. Agora, ele vai pedir equivalência a doutoramento por ter estado 15 minutos no ICSTE.

    ResponderEliminar
  2. Concordo a 100%: Demissão! Demissão! Demissão, JÁ!!! Mas daí abaixo não caem eles! Vão lá manter-se até poderem! Até porque o Cavaco está embalsamado!

    Obrigada pela visitinha ao meu espaço!

    Beijinhos.

    ResponderEliminar
  3. Apoio tudo que você escreve. Só palpito nas podridões de cá. Ontem assisti ao vídeo das vaias ao Relvas. Invejei a juventude daí...vaiam melhor que os de cá.

    Meus xêros, pra tu e Kel.

    ResponderEliminar
  4. Magnifico e muito oportuno.
    Feito com a graça e acutilancia a que nos tens habituado.
    Que venha, então, o Buiça e Costa.
    Parabéns!
    Um abraço

    ResponderEliminar
  5. Ficou com mais uma licenciatura, desta vez em música!....a de orador não conseguiu, foi impedido pelos que realmente estudam e sentem na pele as dificuldades que os pais estão a passar. Parece que no mesmo dia o Portas faltou de manhã no ISCTE, evitou mais algum trabalhito aos estudantes. Com a vaia de hoje ao ministro das doenças, a "coisa" está a compor-se. Amanhã veremos o que acontece ao Gasparoni, embora acredite que o ladrão de serviço deverá ir bem rodeado.
    Qjs

    ResponderEliminar
  6. FerreirAmigo,
    De forma simples - se este cretino não se demite, o primeiro ministro tem que o demitir.
    O problema é que o primeiro ministro borra-se de medo dele.
    Mala suerte!!
    Aquele abraço!

    ResponderEliminar
  7. Se "o Povo é quem mais ordena" já deviam estar todos no olho da rua!

    ResponderEliminar
  8. Fátima, Fados e Bola!
    As únicas distrações de um País que pede Esmola.
    Poderá a consciência, o espírito, a Alma, do Povo Português, ser reduzida, achicalhada e manipulada, por estes sugeitos, durante muito tempo? Daqui a nada! Andaremos ao toque da pandereta.
    É triste, fomentar a ignorância. Será o Povo assim tão mau, que mereça o ódio dos governantes?
    ...e para além do mais! Essa história do tomar ou levar, cheira-me a paneleiragem. Lá diz o ditado, que quem fala no barco é porque quer embarcar!
    Um Grande Abraço Solidário a Todas as Pessoas de Bem!

    ResponderEliminar
  9. Mentirsamigo

    Penso que sim. É gajo pra isso...

    Abç

    Henriquer

    ResponderEliminar
  10. Gracinhamiga

    Mal embalsamados estão eles todos, precisam de bolas de naftalina para as traças.

    Mas infelizmente não traças...

    Retribuo o obg

    Qjs

    Henrique




    ResponderEliminar
  11. Lucinhamiga

    Ainda bem, fico sempre contente com o que dizes. As podridões de aí são as mesmas das nossas e das que correm este Mundo de merda inteiro.

    Xeros da Kel & Qjs para tu

    Henrique

    ResponderEliminar
  12. Manelamigo

    Pois. de acordo, mas há gajo nenhum que, pelo menos lhes dê nas nalgas. Isto porque vão tomar no cu já entrou nos fait divers de cada dia.

    Tal tá a moenga, compadri

    Abç
    H

    ResponderEliminar
  13. Marimaramiga

    Acredito que as escoltas dos guarda costas sejam bué de más. Se calhar até já trazem metralhadeiras de bolso. Não me admirava nada. Somos, os Tugas uns tipos porreiraços.

    Qjs

    H

    ResponderEliminar
  14. Coimbramigo

    Qual quê? são uma quadrilha de cagões. Vão-nos ao bolso e, pelos vistos, até gostamos. Aqui, nesta Pátria amada não se demite ninguém. Ite missa est

    擁抱緊

    H

    ResponderEliminar
  15. Rosinhamiga

    Tens carradas de razão. Mas estes troca-tintas são fatais comó o destino.

    Qjs

    H

    ResponderEliminar
  16. Karlosamigo

    Falaste e disseste. É assim mesmo. Solidariedade? Honestidade? Verticalidade? Kéisso.

    Abç

    H

    ResponderEliminar
  17. Henriquamigo:
    Estou de acordo contigo, como sempre.
    Tenho um golpe feio no dedo com que escrevo, daí a brevidade do comentário.
    Beijinhos à Raquel, abraço do João e queijinhos para tu
    Maria

    ResponderEliminar
  18. Mariamiga

    Vê se tratas desse golpe porque às vezes dão muitas. Cuida-te.

    E, já gora por golpe, o que era excelente era kouvesse um de Estado
    porque isto está cada vez mais difícil.

    Hoje recebi uma simpática carta do Ministério das Finanças a informar que me vão roubar € 308.87 Ou seja vou passar de cavalo pra burro. E assim estamos...

    Bjs da Kel, 3abçs e um qj pequenino para tu que é preciso poupar. Pqp!!!

    H


    ResponderEliminar
  19. Francisco José Viegas ainda me consegue surpreender: primeiro quando foi meu director na extinta Gazeta dos Desportos, depois com os seus policiais, depois com o seu 'exílio' no Brasil, depois por ter aceite fazer parte deste governo numa secretaria sem dinheiro, e agora pelas expressões (tão bem) utilizadas e no melhor momento.
    Estive a reler há pouco tudo o que andou à volta da restauração da independência em 1580 e encontrei muitas semelhanças com o actual estado de coisas. Portugal até não estava muito mal com os acordos com os espanhóis, mas ainda assim o Povo (que nunca tem nada a perder, porque nada tem) revoltou-se, e junto com a burguesia cantou uma espécie de "Évora, cidade morena", e expulsou de vez os castelhanos. Teria sido melhor, teria sido pior? Nunca saberemos. O que importa reter é que passados 400 e muitos anos, até podemos ir para pior (embora pior que isto seja difícil), mas que a dignidade é mais importante que o amochar, isso é, e os portugueses que cá ficaram - que não conseguiram ir para fora - ainda são bastantes e com motivações para mudar isto tudo... nem que seja para 'pior'! Mas que tem que mudar tem: o problema já não é de partidos, mas de sistemas. A ver vamos! Abraçooooooo

    ResponderEliminar
  20. Palhauamigo II

    Escusas de insistir: Eles merecem, porra!!!!

    Abç e qjs

    H

    ResponderEliminar
  21. Sofámigo

    209,7% de acordo, apenas com senão: os espanhóis também estão à rasca e seríamos mais uma Região no mosaico. Porque, afinal, o que é a Espanha? Uma nação não é, tens de concordar... Não achas? Estás no teu pleníssimo direito

    Mas, eu continuo a dizer que, se calhar estaríamos melhor: mantínhamos a nossa língua, a nossa identidade e até poderíamos, agora, reacender o nacionalismo.. Catalunha e País Basco são um bom exemplo...

    Abç

    H

    ResponderEliminar
  22. Um pensamento m'assalta: é bonito ver uma linha de coerência tão grande, e quiçá até não intencional, quando se enceta este texto longo com um "vão tomar no cu" e se remata com aquela taveirada plagiada por esse sem-abrigo potencial do Nando alemão do "aguenta, aguenta!"...

    ResponderEliminar
  23. Giuseppamigo

    Antes do mais desejo-te as boas vindas a este blogue que a partir de agora também é teu. Por isso peço-te que te tornes (meu)PERSEGUIDOR e continues com os teus comentários o que desde já te agradeço. Gosto de fazer novos Amigos e tê-los junto de mim.

    As tuas palavras são expressivas, concretas e deixam-me muito safisteiroS por termos ideias comuns. A ideia porém é intencional , porque na
    não gosto mesmo destas sacanas desde Belém a São Bento e arredores!



    h

    ResponderEliminar
  24. Estimado amigo;

    Fiquei muito contente ao saber que estás de volta aos escritos, com tua inconfundível verve, e recuperado da saúde.

    Tenho andado em outras lides. Depois de velho decidi aprender a lidar com abelhas. Confesso que estou muito satisfeito, não só com a atividade em si e seus resultados, mas também porque algumas ferroadas na carótida tem-me mantido um pouco lúcido para perceber as mazelas daqui e daí.

    Não participarei do concurso desta vez. Cheguei com atraso. Fica para a próxima.

    Bom retorno, amigo. Obrigado pela visita à Torre.

    ResponderEliminar
  25. Corcundamigo

    Muito obrigado. Não te perdoo não teres concorrido. Lá em casa levas mais...

    E obrigadíssimo pelas palavras que me dirigiste. Palavras de Amigo.

    Cuidado com as abelhas, mas o Ervas, digo, o Relvas é pior. Ele e os outros membros da quadrilha, de Belém a São Bento e arredores...

    Abs

    H

    ResponderEliminar
  26. Caro terrestre, li com atenção o seu post e tenho de deixar aqui um comentário alienígena.
    Se estou contente com este governo?? Se dou saltos de felicidade? Claro que não! Mas tenho boa memória e aquele senhor que foi para Paris estudar filosofia tem MUITA culpa no cartório no que toca a tudo o que se está a passar agora, mas infelizmente o povo tem memória curta.

    Se me disser se voto PS nas próximas eleições: BOLAS!, NAO!
    Só fizeram porcaria enquanto estiveram no governo e agora querem-me convencer de que aquele tipo, o Seguro, vai dar um bom PM??

    Não vou nessa conversa. Olhem ao espelho porque o que se passa agora é resultado de 2 mandatos de Sócrates.

    Saudações alienígenas, foi um prazer dar com o seu blog

    ResponderEliminar
  27. Alinamigo

    A Liberdade e a Democracia permitem que expressemos as nossas opiniões. Com estes gajos que dizem que nos governam (?) nunca fiando.

    E muito obrigado pela tua visita aqui à nossa Travessa, que também é tua.

    Abç

    H

    ResponderEliminar