Fazer Amizade com as pessoas é uma das melhores coisas do Mundo. E a blogosfera propicia isso. Mas também pode ser muito perigosa; logo, há que ter muito cuidado: somos muitos e convém não esquecer que os homens são todos iguais - mas há uns mais iguais do que os outros...

quarta-feira, 31 de Outubro de 2012


Mais uma advertência
Isto que aqui fica tem de ser motivo de mais uma
 advertência: basta reparar o tempo que
 medeia entre este texto e o que o antecedeu.
 Tem sido uma luta constante entre a falta 
de vontade para o que quer que seja e o desejo 
de ficar bom. Mas, infelizmente, nem para isso tenho
 vontade. Não fora o auxílio e o acompanhamento
 permanentes da Raquel e nem sei o que isto já teria dado. 
Pronto, aqui fica mais um desabafo e uma estorieta
  mais ou menos parva, mais ou menos vetusta. 
Mas é o que se pode arranjar de momento. Obrigado
 a todas e todos que ainda me vão aturando.
 A maldita doença continua. Até quando? Não sei 


 
LINHAS TORTAS
Vida difícil

Antunes Ferreira
Vida de médico tem coisas que nem ao Demo lembraria. Episódios que  remontam a Hipócrates (não se pode esquecer o juramento que todos os clínicos têm de fazer), o Galeno e por aí fora até se chegar ao João Semana do Júlio Dinis, toma arsénico menino, toma. E porque não hás-de tomar arsénico? Pelo caminho ficou o nosso meio-prémio Nobel Egas Moniz e muitos outros. Miguel Torga era médico, Fernando Namora também o era.

Destes novos, que substituem células, que criam tecidos semelhantes à pele, que fazem enxertos, que tentam a criação de vida, sabe-se lá mais o quê, os Nobel de Medicina não se conseguem ler, quanto mais entendê-los. Ainda dá para recordar o primeiro cirurgião que transplantou um coração, Christian Barnard, no Hospital de Grote Schuur na cidade do Cabo, África do Sul, já lá vão uns largos anos.
O primeiro transplante de coração humano

Não é que a Dona Ester seja letrada sobre o assunto, clínicos para ela só de longe, mais a mais quando as taxas moderadoras aumentaram de forma no mínimo espantos. Nos Centros de Saúde a abarrotar de idosos e idosas, eles contam os cêntimos para saber se há-de pagar. Como alternativa reúnem-se ali para passar as tardes que vão sendo já friolentas. Dois dedos de cavaqueira, umas quantas consta que se disse, as mais das vezes não se sabe quem disse, mas a intrigalhada vai crescendo na medida da salvaguarda: que eu tivesse visto, eu seja ceguinho se vi, mas lá que o boato corre com insistência, lá isso corre.

Mercado como sempre repleto
Desta feira, porém, houve duas personagens que não entraram no Centro de Saúde. Envergavam ambas o hábito monacal negro, na cabeça a touca branca, uma mais idosa, por certo madre, outra novita, com todo o ar de noviça, a primeira severa, hirta, solene, a segunda com um sorriso na face rosada, um tanto às escondidas, como tentando resguardar-se da sua superiora. O destino delas era outro.

O largo central da cidade onde regularmente decorria a feira semanal estava pejado de gente, por entre bancas e caixotes, com a fruta mais diversa, ó freguesa esta é da minha colheita, fresquíssima, apanhada hoje de manhã. Não fora, mas estava no hábito das vendedoras e vendedores utilizar tal terminologia. À mistura com uns palavrões a preceito. Que, por vezes fazia efeito, por entre a amálgama das maçãs, pêras, pêros, melancias, melões, um verdadeiro repositório frutal.

Os enchidos «tradicionais»
Havia também encomiasse os seus enchidos, fumeiro particular, veja-me este paio do lombo, esta chouriça, esta entremeada, e a farinheira e o chouriço de sangue e a morcela, tudo fumado à lareira, particulares. Amontoados por trás, umas latas mais ou menos camufladas, onde estavam impressas as firmas de enchidos que alegadamente tinham nascido particulares.

E lá estavam as hortaliças, olhe-me para este feijão-verde, garanto-lhe que não tem fio, e as lombardas e as couves coração de boi e as nabiças e as cenouras e os nabos e as cebolas, e os tomates e os pepinos, as alfaces, as ervilhas, as favas, os espinafres, toda uma parafernália de legumes onde não tinha entrado nem um dedo mindinho de adubo artificial. É tudo de agricultura biológica, um tudo nada mais cara mas muito mais saudável.

Os frutos secos
No meio da apresentação heteróclita apareciam os frutos secos desde as amêndoas até às avelãs, desde o amendoim torradinho, uns salgados, outros não, as passas de uva, as pevides de abóbora, até mesmo os cajus, esses sim importados, não se dão na nossa terra. E a reinar por todo aquele maralhal, não apalpe a fruta que amolece, quem quer compra e leva, mais barato não encontra, quem não quer não venha estragar-me o negócio. Lá esta a barraca do torrão de alicante, em rodas grandes como pneus, de que a doña Carmen partia talhadas que eram o enlevo dos gaiatos. Ó freguesa quer alhos? Não respondo a más-educações disse a monja.
Ó freguesa quer alhos?

Uma fauna à parte era a das bugigangas, vindas diretamente das Índias e Chinas e similares, bem como a das ferramentas, sachos, sacholas, martelos, serrotes, alicates, torneses, peças para arados, charruas, caixas de parafusos, estes são bons, são nossos, mas as caixas de cartão não mentiam: made in China.

E, obviamente, as peças de cerâmica, desde as canecas, muitas delas um tanto brejeiras, até aos bustos do António José de Almeida até ao do Padre Cruz, a quem persistiam em chamar santo. E mesmo umas estatuetas de meninas pudicamente desnudas, com mantos estrategicamente colocados para tapar as respetivas partes. Os artistas tinham-se esmerado, cumprindo a tradição de quem lida com a argila, porcelana, e outros materiais moldáveis.

Um tanto misturadas havia as peixeiras que ostentavam as guelras dos pescados mais diversos, vermelhinhas, os olhos brilhantes, nada de frigoríficos só gelo para manter os animais frescos. De acordo com a época avultava a pescada do alto, os pargos, as tainhas, os carapaus, os besugos, os linguados, as solhas, no seu momento as sardinhas, os polvos, as lulas, as potras, as enguias, sabe-se lá que mais. Ó freguesa, leve que tem garantia. Pela luz dos meus olhos, se não prestar – o que é impossível – devolvo-lhe o preço.
Peixe sempre fresco... congelado

Entre estas propostas e promessas as duas irmãs, nos seus hábitos negros, passavam-lhes ao lado. Propósito diverso as levava à cidade. E foi, quando depois de muitas perguntas, chegaram em frente de um prédio onde em chapa de latão reluzente dizia Zeferino Milharoco, médico esteta.

Entraram. A solícita rececionista logo perguntou à madre cinquentona se era a primeira consulta senão teria de abrir ficha no computador. Era. Feito o registo, a menina de bata branca endossou as consulentes para a sala de espera, onde já se encontravam outros pacientes aguardando a respetiva vez, relendo revistas cor-de-rosa do ano anterior.

Chegada a sua vez as duas freiras entraram, qual é o problema minhas Irmãs e a superior adiantou-se, senhor doutor, esta noviça Maria da Purificação veio há cerca de quinze dias devidamente acompanhada de uma Irmã mais velha e mais experiente, para lhe ensinar como fazer as compras. O médico franziu o sobrolho: algo estava errado, mas prossiga, Madre, prossiga.

Um malandro abusou desta noviça
Bom, convicta de que a noviça estava convenientemente instruída, mas mesmo assim, para o confirmar ainda, dera-lhe indicação para voltar ao mercado sempre acompanhada, não fosse o Demo tecê-las. E não é que num recanto das traseiras de uma barraca, o vendedor abusou dela, o bandido, o criminoso.

O clínico atalhou, que devia haver confusão, ele era um médico esteta, o que devia ser consultado era um seu colega obstetra. A Madre ficou um tanto exaltada, já sei, doutor, já sei, mas o que eu queria é que o Senhor lhe tirasse o sorriso de felicidade que desde então ela traz afivelado na cara. Vida difícil a dos médicos. Pelo menos de alguns. 
Eu sei;: peço-lhe só prar tirar este ar de felicidade na face

40 comentários:

  1. Olha a monjinha toda contente! E de que forma teria sido o abuso, será que o vendedor abusou no preço do produto?

    Só o amigo para inventar estas histórias picantes e divertidas!

    Votos de boa continuação, recupere depressa.
    Abraço

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  2. Oh valha-me Deus, Henriquamigo! Apesar dessa maldita doença de que nunca mais se consegue livrar, você continua sempre o mesmo maroto... (Ainda bem!)

    Boas e rápidas melhoras e as minhas simpatias à sua Exmª Raquel.

    Beijinhos sorridentes.

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  3. Ai, seu malandreco... a contar histórias brejeiras sobre as irmãs... =)

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  4. Demora, mas quando volta, volta com tudo, Ferreiramigo!!! Um abraço grande doladecá!
    L C Vaz

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  5. Henriquamigo:
    Olá!
    Já te estou a reconhecer. Com que então a freirinha gostou!
    A propósito, mandaram-me hoje uma história de freiras.
    Passo a contar:
    Lado errado da cama.

    Num convento de freiras, a Madre Superiora, rigorosíssima, levanta-se da cama e exclama:
    - Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras! Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
    - Bom dia, Irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está tricotando!
    - Obrigada, Madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não? A Madre não gostou nada do comentário, mas continuou. Mais adiante, encontrou outra freira.
    - Bom dia, Irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
    - Obrigada, Madre. A senhora também está com bom aspecto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama... A Madre Superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho. Todas as freiras que encontrava e cumprimentava, respondiam a mesma coisa. Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo.
    - Bom dia, Irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
    - Sim, Madre...
    - E posso saber porquê?
    - É que a senhora calçou as sandálias do Padre António, Madre...

    Parece que até as madres gostam.
    Abraço do João, beijinhos à Raquel e meia dúzia de castanhas, acabadinhas de assar.
    Maria

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  6. Gostei muito, caro amigo henrique, desta história simpatica e inocente, enternece a felicidade da noviça, nunca tinha experimentado e foi algo que lhe trouxe alegria.
    tambem a descrição dos sitios por onde vão passando a caminho do consultório, aí está a tua saborosa prosa, misturada com o humor.
    é continuar e forças, a escrita tambem é terapeutica e está tudo em forma, só que ainda com um pouco de esforço!!
    abraço e até breve, p b

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  7. Pobre noviça!... Nem se podia mostrar feliz!Ah!Ah!Ah!
    Malandrice, amigo Henrique, bom sinal!
    E aquele mercado devia ser uma alegria para os olhos!

    Um abraço.

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  8. Henrique eu indico, depois deste post teu nome para Ministro da Agricultura, da Pesca e sei lá mais que, aprendi tanta coisa neste hortifrutti e açougue que mandaste! Saudades do amigoHEnrique.
    Na minha cartilha de vida reza o seguinte: "se um profissional não está a corresponder MUDE para outro...Esqueça os laços de amizade, ela não se rebelará que mudes de psiquiatra...palavra de médico.Há muitos medicamentos novos aí na praça.

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  9. Sabes que venho ler-te porque gosto do que escreves.
    Mas agora isso não é importante, a tua saude e o teu regresso em força é o maior motivo.
    Um baraço amigo.

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  10. Olá amigo, entrei na sua travessa através de um blog de um amigo( hesseherre) e andei a ler as suas crónicas cada uma melhor que a outra. Fiquei triste, por saber, que o amigo não anda muito bem, mas com esse humor já deve estar quase bom. Que fique bem depressa, para nos dar mais histórias hilariantes como esta. Beijos com carinho

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  11. Amigo venho agradecer o seu
    registo no meu blogue.Lamento
    que esteja doente, e desejo que
    não seja nada de grave. De qualquer
    modo coragem para vencer o momento.
    Um grande beijinho
    Irene Alves

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  12. eu contava a história em menos linhas.É certo, teria menos piada.

    e bons comprimentos de onda

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  13. eu contava a história em menos linhas.É certo, teria menos piada.

    e bons comprimentos de onda

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  14. Olá Henrique

    Então a saúde continua periclitante?
    Se bem percebi, há tempos falaste duma chatice que se chama depressão, é que se assim for, é mesmo uma grande chatice e uma incógnita que pode ser mais ou menos resolvida com o tempo. O tempo, é isso, Henrique, o tempo...tens que ter a perseverança suficiente para não o forçares... ele há-de resolver o assunto. Falo assim porque já tive por 3 vezes, ao longo da minha vida, diálogos intensos com o tempo, por um lado, e a esperança por outro.

    E a rádio? Eu sou radioamador desde os anos 80. Temos bons amigos com os quais se vão trocando uns QSO bem makanudos.

    Um abraço, Ferreira, as tuas narrativas continuam excelentes, só te falta aquele entusiasmo de há uns tempos atrás, quando te metias com a rapaziada dos blogues, a perguntar o que se passava, se estávamos zangados contigo, se tinhas feito alguma coisa de que não tivéssemos gostado, etc etc É aí que ainda não conseguiste chegar; quando isso voltar, estarás em forma plena, digo eu.

    Um abraço, Henrique, olha que é muito importante ter a mulher da nossa vida ao nosso lado. Dirtia que é determinante.

    AntónioNunes

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  15. Mais uma maravilha de conto do nosso grande Henrique, fundador da Escola de Sagres e do Convento das Peregrinas, de onde saiu a freirinha feliz que foi à feira. E tem também a história interessante da querida Maria, sobre a freira que acordou do lado errado. Sugiro a ambos mandarem suas colaborações para o caderno literário do L'Osservatore Romano. Eu adorei. Esse Henricão é de lascar o cano! Viva Portugal. A troika que se lasque! abração Fonseca

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  16. Caro amigo, os maus momentos porque tens passado não te tiraram, felizmente, a sabedoria, a ironia e esse jeito nato para nos contares estas coisas do quotidiano.
    Deixo-te um abraço

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  17. As melhoras, amigo! Sempre brincalhão que dá gosto ler! Penso em si muitas vezes! É preciso muita coragem para mandar a doença embora! Precisamos muito de si.
    Abraço grande

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  18. Estive ausente da net e só hoje estou voltando a arruar. Estando contando histórias de noviças, já percebo que está bem, voltando com os antigos ares picante e cheio de humor.

    Volte logo pra valer.
    É nessa Travessa que está o remédio da cura.

    Xêro, Ferreiramigo, beijinhos na Kel!

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  19. Olá, Henrique!

    Oxalá que essa maleita te deixe de vez e que por aqui apareças com mais frequência.Escrever ajuda, normalmente, embora às vezes a vontade falte - é verdade...

    As melhoras!
    Abraço
    Vitor

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  20. Abre teu garda-chuva, Henriquamigo, nunca iremos perdoar este tempo sem tua escrita que parece uma clarinada de alegria no campo, onde as vaquinhas levantam as orelhas e mugem: "é ele de volta"...Hallelujah!

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  21. Interessante este post.
    Desejo que esteja bem,
    Venho desejar a si e sua Família
    um FELIZ NATAL.
    Bj.Irene Alves

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  22. É sempre bom ler histórias do passado agora que o serviço nacional de saúde morreu e o português cura as maleitas com chás, bruxedo e rezas em Fátima.

    Venho desejar um BOM NATAL

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  23. umas boas-festas, caro henrique, para ti e familia, tambem vai um abraço do patricio branco, até breve

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  24. HENRIQUAMIGO, volta a nós em 2013, estamos saudosos gordinho....
    Abraçoa para ti e Raquel, Um Natal de Paz e um 2013 aliviado...

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  25. Com os afazeres desta época (que devia ser calma e simples como quando eu era pequena, mas que nós complicámos), falta saudar alguns amigos.
    Desejo muito que tenha tido um Bom Natal, com melhor saúde e que volte depressa.
    Prometo tornar aqui pelo Ano Novo!

    Um abraço.

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  26. Venho desejar um FELIZ ANO NOVO (e que consiga desviar-se das balas dos assaltantes fiscais que eles vão atirar a matar).

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  27. Passei para lhe desejar um bom Ano Novo e que regresse com os seus bonitos "contos"! : )

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  28. Henrique amigo, desejo as melhoras e um Ano de 2013 com saúde, paz e amor!
    Fico a aguardar o regresso,para que se faça luz nesta Travessa !
    Abrejos
    Miriamdomar

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  29. Henrique

    Feliz ano novo, que em 2013 você possa voltar com muita saúde, e que possamos ainda dar muitas risadas, pois sentimos muito a sua falta. Volte logo meu amigo.


    Um grande beijo e abraço

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  30. Olá Henrique!

    Ano Novo nova esperança! São as palavras que repito para eu ouvir e acreditar... Mando-as para o Henrique "se agarrar a elas" e mandar a doença para o diabo se entreter, porque ele tem vagar. O Henrique tem mais que fazer, tem de escrever as histórias com que nos anima e faz sorrir. E "todo o mundo" está diáriamente à espera!!!!!
    Eu ando um tanto ralada, porque em Setembro fiz umas fracturas na mão direita,e continuo com queixas.
    Ossos carunchosos é no que dá.
    Bem, amigo Alma até Almeida! Venha de lá outra história....

    Um abraço, e mais saude.
    Dilita

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  31. Olá Henrique; Venho trazer-te um abraço e minhas estimas de breve recuperação.
    Ano bom para si.

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  32. Olá! Espero que esteja tudo bem melhor! Tenho sentido muito a falta dos seus emails e das suas postagens!
    Força, amigo! Precisamos muito de si!
    precisa coragem!
    Um bom 2013 com um grande abraço,

    Hermínia Nadais

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  33. Não voltei logo, logo, mas o Ano ainda é Novo: não tem 1 mês! Por isso... um bom 2013, com mais saúde e vontade de nos ajudar a sorrir com as suas estórias!

    Beijinhos e...rápido regresso!

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  34. Muito obrigado a todos. Segunda-feira vou começar a responder individualmente, porque, felizmente estou a melhorar...
    Henriquinho, ó inho

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  35. Ótima volta pra você, querido amigo!
    Que bom que melhorou!
    Queijosssss

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