Reformado
e viúvo
e viúvo
Antunes Ferreira
Dá um pontapé numa pedra solta do passeio – há que tempo está ele esburacado, à espera de calceteiro e maço? – e deixa o corpo arrastar-se até ao jardim público, levando-o para junto dos parceiros da sueca, abancados a três mesas, quatro reformados em cada uma com os mirones por trás, apreciando o cartear, voltar a dar, devias ter cortado, depois com a manilha era canja. Ou então, destrunfar.
Participava mas pouco naquele rame-rame de baralhos made in China, antigamente eram da Litografia Maia, do Porto, mas era o tempo do prefira os produtos portugueses, que agora o Cavaco tentava reeditar, numa contradição assustadora. Quando era primeiro-ministro, a malta devia lembrar-se, tinha de lembrar-se, era o tempo das vacas gordas e do bom aluno na Europa.
Pagara aos agricultores para arrancarem as vinhas, pagara aos pescadores para desarmarem os barcos e hoje apela aos do campo e aos do mar para que aumentem as respectivas produções. De bradar aos céus. Bananas dos portugas, engoliam e contavam anedotas que inventavam de propósito para o efeito. Já no tempo do Salazar a piada era o caminho enviesado para criticar o Botas, uma cagada em três actos.
Basta de recordações, das más; das boas cada vez são menos. Senta-se num banco, estende as pernas, baixa a pala do boné sobre os olhos, está uma caloraça que parece Verão e já se entrou no Outono com folhas caídas e árvores despidas. São tantas pelo chão que nem um batalhão de almeidas da Câmara daria cabo delas. Se é que ainda os há, sem vassoura de giesta, parece que sim mas são aspiradores a motor, ucranianos são especialistas neles, mas estão a regressar a casa, isto já deu o que tinha a dar.
Ao fundo, na areia do jardim infantil há putos a descer os escorregas, as mães vê lá se cais Quim, e eles deslizam entre gargalhadas. Miúdas gozam nos baloiços, são iguaizinhas a eles, trepam à casa de madeira, giram na roda carrossel, empurram-se, vocês ainda se magoam, preocupam-se as avós, quando os catraios se engalfinham. Lá mais ao fundo, a passo, dois polícias a cavalo vão deitando placidamente os olhos em redor.
Há por ali muito malandro, muito filho da puta pedófilo que tenta meter-se com a criançada e com a malta do liceu ali ao lado, em férias vão para o parque namoriscar e curtir uma boa, como dizem nas telenovelas brasileiras e nas nossas que proliferam como os cogumelos e utilizam linguajar exportado pelo outro lado do Atlântico, mas que já ganharam asas e correm Mundo.
Vida de reformado não tem muito que se lhe diga, é a maioria das vezes uma pasmaceira, andou um homem a dar o corpo ao trabalho um ror de anos para receber uma miséria, quase uma esmola. E até se diz que os gajos do Governo querem estender à malta aposentada o que vão fazer com os funcionários, que agora são trabalhadores públicos: mais impostos, menos dinheiro e o subsídio de férias e o do Natal vão à vida. O Fernandes, que trabalhava no Ministério das Finanças afirma, alto e bom som, que é um roubo. Muitos outros acompanham-no sem desafinar.
O carrilhão da basílica informa que é uma da tarde. A neta, que tirou direito, deve estar a almoçar, no intervalo da profissão que conseguiu caçar: caixa num supermercado e a recibo verde. É mãe solteira, o sacana que lhe fez o filho pirou-se para Angola, lá há trabalho, aqui é o que se vê, mas não justifica a deserção dele, aliás também jurista, conheceram-se na faculdade e não usaram camisa, ingénuos. Ou parvos.
Bom, feitas as contas, é hora de regressar a casa, aproveitar o que ficou do jantar, a cozinha está uma sujeira, viúvo não tem mulher que faça a cama, limpe o pó ou lhe passe a ferro a roupa. Muito menos quem a lave, mas felizmente a máquina vai funcionando, no princípio do ano partiu-se o fecho do óculo da porta e pela idade era difícil arranjar sobressalente. O Martins mecânico de automóveis, hoje na sucata, reformado portanto, fez a peça de um pedaço de perfil de alumínio, à força de lima e de habilidade. E não lhe levou um tostão.
Ou seja, um cêntimo que fosse, os tostões já eram, finaram-se, ou antes, o escudo fora suicidado, substituído pelo euro, para dar a barraca que está a dar, dizem que estamos na União Europeia, mas é mas é uma desunião, com dois a mandar e os outros trinta e tais encostados à parede para que não os… pelas costas, mesmo no fundo delas. E com estes gajos a fingir que governam, mas são apenas mandatários dos galifões.
Volta a pontapear mais uma pedra da calçada descalça, ajeita o boné e atravessa a rua. A última coisa que ouve é o chiar de travões, já nem cheira a borracha queimada, chamem o 115, não vale a pena, esticou o pernil, já não lhe fazem nada, vejam os documentos dele, a família tem de ser avisada, a vida é uma merda do ca…
Um polícia surge, o que se passou?, senhor guarda eu bem tentei travar, mas o homem meteu-se-me debaixo num cagasésimo de segundo, há testemunhas, você não é o culpado. Ele tentou atravessar, aliás fora da zebra, o que é isso da zebra?, fora da passadeira prós peões, ninguém podia evitar que o tivesse feito, muito menos segurá-lo, foi um descuido fatal e meteu o condutor em trabalhos.
O motorista, ai a minha vida, conduzir um autocarro deste tamanho já é um bico-de-obra neste trânsito fo… e ainda por cima me acontece uma coisa destas. Haja alguém que avise a companhia, para virem apanhar os passageiros, ai a minha vida. Ó homem não se exalte, fez o que tinha a fazer, já aí vem outra camioneta, mas eu vou chegar atrasada, nós também, mas que se há-de fazer? Já alguém chamou o INEM? Já sim senhor, um telefonema e eles devem estar a chegar, ainda que não venham fazer nada.
Pelo menos, levam-no.





97 comentários:
Meu caro Antunes Ferreira
Leitor habitual dos seus posts,acho que só uma vez ou outra comentei. É que o meu caro deixa tudo tão bem explicado que não dá para inventar nada para acrescentar.
Belas estórias do quotidiano.
Abraço
Rodrigo
Amigo Henrique
História bem contada, com muita crítica à mistura, talvez em demasia. Prefiro as que têm humor, pois esta é muito ácida e trágica. Termina de forma muito desalentada. Pelo menos, levam-no. É forte.
Estamos cada vez mais próximos do Natal. Temos de interpretar o espírito de uma época santa. Veja lá se levanta esse ânimo. Bem precisamos disso.
Abraço
Crónica de um dia
Crónica da memória
Crónica na ponta da História
e da solidão... ou não.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Mas embora uns mais do que outros... os animais continuam todos iguais.
O final deste seu texto, fez-me lembrar um dos vários episódios do meu local de trabalho, onde perante os seus semelhantes um comum mortal está proibido de sentir-se mal, ou mesmo morrer, porque atrapalha a circulação dos demais. Amei.
Um texto triste por ser tão real: o abandono dos homens que nada mais t~em senão a viuvez, o jogar d cartas...s recordações (triste) dos mandos e desmandos dos nossos políticos: o curso de direito que dá direito a um amprego a recibos verdes...o ir para casa...desolado...e depois encontrar a morte!
Um texto muito bem conseguido que fala de muitos dos asoetos que assombram a nossa sociedade!
Parabéns querido.
Bj
meu amiga Ferreira, estou aqui adorando seu texto tao real e verdadeiro.
me delicio com esse seu modo de expor as coisas do cotidiano.
nao pense que por aqui no Brasil a coisa esta diferente, principalmente em relacao aos pedofilos e vagabundos, que crescem a cada dia.
quanto aos governantes a vergonha e tao grande que chego a pensar que eles nao tem mais vergonha na cara, nenhuma, nos nos envergonhamos por eles...
ser velho e aposentado num pais como o nosso e uma coisa muito triste.
a Europa esta mesmo nas maos de dois, e os outros (quantos?) que se ferrem, ou se danem, ou continuem acreditando que um so homem no poder faz milagres (como acreditaram aqui nesse filho da puta do Lula).
corrupcao e a palavra chave.
se nao for corrupto nao entra, nao tem vez aqui em Brasilia, e o povo que se exploda.
voce nao precisava matar o coitado do velho, atropelado, mas ja que matou que Deus o tenha. Amem.
beijos e tenha um bom domingo.
Adoro tuas histórias e escritos. Muito linda mais essa e bem contada! abração,chica e um lindo domingo!
O meu caro amigo Ferreira. O que eu estava perdendo de não vir ver esta brincadeira.
Eu por aquilo que já vi, já nem sei se sou da angelina, se sou da mulher da mulher do sai daqui.
Uns estão lá fora outros cá dentro, outros nunca mais fizeram nada, mas ele mesmo com cartas marcadas, tem feito enviesadas jogadas e é Presidente, de pouco mais de meia dúzia de portugueses.
Meu Comandante, acha que exagerei?
Grande abraço,
José.
Rodrigamigo
Antes de tudo, creio que já te disse que o meu segundo neto chama-se Rodrigo, 15 anos, tipo bué da fixe, só com um defeito: é do Benfica, infelizmente. Mas, no melhor pano cai a nódoa... Até há quem diga que é o meu preferido, mas isso são bocas da reacção. Mas...
Pois muito bem; a passar de agora deixo-te uma ORDEM!!!: comenta aqui pelo menos três vezes por dia rsrsrsrsrs
No que resta, tóbrigadinho
Abç
Edwardamigo
Claro que não se pode estar gozão todos os dias e por isso é capaz de teres razão. Para a próxima...
Abç
BOM DIA AMIGO!!!
A VIDA É ASSIM...
ESSA SUA HISTÓRIA É BEM PARECIDA COM MUITAS OUTRAS QUE, NA VIDA REAL, FICAM APAGADAS OU ESQUECIDAS, MAS VOCÊ A NARROU COM TANTO SENTIMENTO QUE NÃO PUDE DEIXAR DE ME EMOCIONAR. PARABÉNS!!!
GEORGE ELIOT DISSE:
"Em cada despedida existe a imagem da morte."
ABRAÇOS E FIQUE COM DEUS!!!
Rogériamigo
Hoje estou muito satisfeito: estão por cá cidadãos que estavam um tanto ausentes. Como é o teu caso.
Brigado pelo comentário, bem bonito, e espero que me visites e comentes muitas mais vezes
Abç
Bellamiga
Na vida há situações de bradar aos céus. Prepotentes - são cada vez mais, infelizmente. Como arrogantes, corruptos, mentirosos, gatunos e etc.
Leio-te e ouço ao fundo o Chico Buarque da Holanda; Morreu na contramão atrapalhando o tráfego...
Qjs
PS - Quero-te cá muitas vezes, com muitos comentários e minha (per)seguidora; não é pedir muito...
Conchamiga
A nossa sociedade é, realmente, um... assombro. São fantasmas e Frankensteins por tudo o que é sítio; são desigualdades militantes; são os membros da máfia que dizem que estão a governar. Uma merda!
Agradeço que te tenhas juntado ao nosso gangue da Travessa. Venham mais comentários e (per)seguição.
Qjs = queijinhos = beijinhos
Ivaniamiga
Não precisava de matar o idoso, velho, gasto e farto; mas... foi ele que se matou. Quem sabe até se foi ele que se atirou para baixo do autocarro da carreira 367 - B?
As semelhanças entre os nossos dois países são mais do que evidentes: desde o malandro do Cabral e também do Caminha que o Porto Seguro já era; hoje é um mito.
Vamos tentando sobreviver destes dois lados do Atlântico que nos separa, mas também nos une.
Qjs
PS - Cumpre a regra obrigatória: comentários e (per)seguição... rsrsrs
Chicamiga
Já sabes o prazer que me dás com as tuas visitas; obrigado.
E o teu marido, como vai ele? Oxalá bem. Um abç.
Qjs
Zéamigo
Comandante? Comandante? Quem comanda cá em casa é a Raquel e ponto.
Alimentas-me o ego com os teus comentários simpáticos e amigos. Que eu sinto não merecer, mas, de toda a maneira muito obrigado.
No que concerne (isto tá bem escrito, não tá?) ao tal Presidente, palavra de honra que eu não o elegi. Temos contas velhas. Um dia... conto. Que me dizes?
Abç
Henriquamigo
Agarras num reformado viúvo, juntas mais uns quantos, acrescentas as reformas de fome que recebem, umas crianças, para adoçar a história, alguns pedófilos, dois guardas a cavalo, um condutor inconsciente, as testemunhas parciais, matas o pobre reformado viúvo e com uma neta formada que trabalha no supermercado e, fazes uma história verdadeira. Tu és o verdadeiro Master chef da escrita.
Na outra encarnação, quero ser coma tu.
Abrçs, beijinhos e queijinhos
Maria
Jujuamiga
Nesta desgraçada vida terrena - que é a única que temos - as malfeitorias são a esmo. Vivemos com elas, é a História que se repete quotidianamente, desde que a malta desceu das árvores. É uma porra, mas é assim! Infelizmente é.
Obrigado pelo teu comentário.
Qjs
Mariamiga
Olha lá minha mininininha: nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Por este andar, ainda tenho de ir ao Lidl (pagam-me para fazer publicidade, pouco, mas dizem que me pagam...) comprar um maço de lenços de papel (à dezena é mais barato) para enxugar as lágrimas que me chegam aos rosto.
Não se faz a ninguém, quanto mais a um Riquinho que, tadinho, sabe que abusam dele porque é picanininho. Agora já compreendo, e bem, o ar compungido do Santo João, o Artista, que te atura de manhã, à tarde e à ceia. A propósito, deves lembrar-te do coma carne de baleia...
Prontos (sem s) cá vamos cant..., cagando e rindo, levados por esta malta...
3 abçs e qjs para tu
Henrique amigo,
Gosto de teus escritos e até os leio em voz alta para minha irmã,que também os aprecia bastante.
Pobres de nós,aposentados,em todos os rincões deste mundo de Deus a sina é a mesma,fu e MAL PAGOS.E a corja se locupletando e vivendo à larga.
Que fim trágico o de nosso reformado,podias tê-lo poupado...
Bjssss e mineiros queijos,
Leninha
(PER)SEGUIÇÂO E CONCURSO
Gentamiga
Estamos a aproximar-nos dos 800 (per)seguidores, o que nos enche de satisfação, a todos que fazemos da nossa Travessa uma casa de convívio, de troca de ideias, de conversa desinibida e informal, e de debate. O que será, mais que motivo de satisfação, uma honra de podermos constatar que tantos aqui vêm e se inscrevem nesta lista feita de Amizade.
Por isso, a nossa Travessa vai fazer um sorteio, quando se atingir as oito centenas de gente amiga que nos (per)segue, com diversos pequenos prémios, que oportunamente se indicarão. Que ainda poderão ser entendidos como simbólicas prendas de um Natal que se antevê atribulado e menos alegre.
Infelizmente, há quem se esforce para que isso vá acontecer. O que eu, pelo menos, critico e, na medida das minhas possibilidades, rejeito.
Entretanto, durante a próxima semana será lançado um passatempo/concurso, que já há bastante tempo não aparece por aqui. Também com ofertas, ainda que pequenas, mas bem intencionadas. Estejam, portantos (sem s) atentos às novas… novas.
E vão inscrevendo-se. A sorte é que mandará; mas quem não se arrisca, não petisca…
Qjs & abçs
Leninhamiga
Para uma próxima vez, prometo que não deixo ninguém matar-se, eu seja ceguinho.
Os reformados estão fo e mal pagos? Estamos, sim senhora. Mas há que esteja muito melhor. Feitios. Compadrios. Cunhas...
Qjs da Serra (da Estrela) para tu
Que vida esta, Antunesamigo!
A coisa anda preta, mas para um reformado isto nem é vida nem é nada. Eles não o dizem, mas os aprendizes de feiticeiro que nos governam ainda hão-de arranjar maneira de dar uma injecção ao pessoal acabado de reformar. É que eles, plenos de sentimentos piedosos, fazem umas contitas e descobrem que, se não pagarem as reformas, poupam uma grande pipa de massa. É gente para isso, acredita.
Abraço
ADENDA
... Obviamente, era (PER)SEGUIÇÃO e não (PER)SEGUIÇÂO... Coisas.
As minhas desculpas
Qjs & abçs
Agostinhamigo
É sim senhor. Estamos a exagerar, naturalmente, mas se os pulhas pudessem... O défice comanda a vida, pelo que se vê, ainda que a haja para além do servilismo, da obsessão e da insensibilidade.
Nunca pensei que chegaria a esta merda, depois de ter feito o que me era possível contra a ditadura. Mas, está a acontecer. Os mercados são impiedosos e gananciosos. O dinheiro não tem... cheiro.
Assim estamos.Ite, missa est. Ámen
Abç
postagens são muito interessantes e acrescenta uma visão para o país e sua saudação vida da Indonésia
my blog
Vai contar mesmo “as velhas contas” com o tal presidente?
Ah, não posso perder. Me avise, p.f.!
Gosto deste estilo de escrita/narração.
Abraço
Fereiramigo, essa poderia ser de um cronista da terra brasilis...
Sendo reformada e vi....(nome feio-cruz credo!!!) e de um Fernandes...entendo perfeitamente, esses "causos"... A sorte, é ser mulher e saber "pilotar" um fogão.
Quantos às novelas, o estrago é mesmo mundial...
Xêros, nim todos daí
Um perfeito retrato do momento actual.
Infelizmente é tudo verdade.
Beijinho, amigo Antunes, também Ferreira -:)
Ná
Caríssimo Antunes Ferreira
Estás cada vez melhor, ia a dizer como o vinho do Porto, mas não digo, para não te chamar velho...
É verdade, temos muitos portugueses por cá, são mais de cem mil e há de tudo entre os bons e os maus. Mas é gente diferente da do nosso tempo.
Vou sabendo coisas daí pela RTP Internacional, pelos amigos, pela imprensa e as coisas parecem muito feias. Mas, ente mortos e feridos, alguém há-de escapar...
Mukandas da nossa malta e kandandos
Henrique
Toda vez que começo a ler teio um monte de duvida mas deppois quando chega no final entendo tudo.
Com carinho e amizade Monica
Henrique
Toda vez que começo a ler teio um monte de duvida mas deppois quando chega no final entendo tudo.
Com carinho e amizade Monica
Henrique
Toda vez que começo a ler teio um monte de duvida mas deppois quando chega no final entendo tudo.
Com carinho e amizade Monica
Jesus Christ! Muito realista! Muito triste! Deprimente, mesmo. A nossa realidade.
Aqui para nós, amigo Henrique, gosto mas quando escreve sobre os ET. Não ficamos com um nó na garganta.
Boa semana.
Querido Amigo Henrique.
Sinto-me em falta contigo. Final de ano para uma mãe de três, "sogra" de um (a ju já tem namorado que eu adoro, por sinal), esposa de um (de preferência, né, o Eduardo ficaria ofendido se não fosse!), profissional, metida a blogeira-escritora-diária, dona-de-casa, é de matar!
Às vezes leio, penso em voltar depois para comentar e o tempo me aplica uma rasteira. Mas enfim, cá estou e cá estarei sempre porque a ti não perco de jeito nenhum. Nem penses em tentar escapar ou te esconder atás da Raquel que eu te encontro. Vou tentar me regenerar, prometo. Assim, do texto me assustei um pouco. Senti-te triste. Não é possível tristeza partindo de ti. Não aceito e pronto.
Muito bem querido amigo fico por aqui, porque já virou carta e não mais comentário. Já te disse hoje que te adoro? Não? Pois bem, te adoro e estarei sempre por aqui.
Não peço desculpas a Raquel porque acho que ela já entende que necessito de te dizer tudo isso. Assim, mando beijos a ela com o recado que a adoro também, por cuidar tão bem de ti e a invejo por estar sempre ao teu lado todos os dias! Desculpa as brincadeiras.
Beijos a todos aos maravilhosos e cinematográficos netos. O Eduardo manda abraços (já aceita muito bem a nossa relação!)
Muitos bjs para ti direto no teu coração.
lol Sempre contundente....Não deixas ninguém de fora...
Olha que o reformado ´algo que um dia...vai desaparecer...lol
Olá, Henrique; boa noite!
Um prazer ler-te, no teu estilo muito próprio que dá realismo e autenticidade ao ao que contas; é como se lá estivéssemos, assim de muito perto...
Lindamente contada esta história bem triste, com todos os ingredientes que tu misturaste muito bem, criando o retrato amargo de boa parte do que hoje é este país.Gostei muito;Parabéns!
E um abraço amigo.
Vitor
Sigit
Olá Amigo
Muito obrigado pela tua visita e pelo comentário em Português. Gostei muito. E, como não sei nada de Indonésio, recorro ao Tradutor Google...
Espero que voltes aqui ao meu blogue rapidamente
Abraço
Indonésio (???)
Halo Teman
Terima kasih atas kunjungan Anda dan komentar dalam bahasa Portugis. Aku benar-benar dinikmati. Dan, yang saya tahu apa-apa tentang Indonesia, saya beralih ke Google Translator.
Saya berharap Anda datang kembali ke sini ke blog saya dengan cepat
Memeluk
Catarinamiga
Palavra que vou; mas só quando assim o entender. Adianto: são contas que vêm do Luto Académico (Greve Estudantil) de 1962, na qual eu participei. E, por hoje, é tudo
Qjs
Lucinhamiga
Estamos, como sempre, no mesmo comprimento de onda. Esta vida são dois dias, diz o Povo; mas, por vezes, levam muitíssimo tempo a passar. Reformado, aposentado, pensionista... sofre...
Xeros da Kel e qjs para tu
Fernandamiga
Adorei que tivesses vindo e quero que venhas mais vezes e comentes - e, já agora - que me (per)sigas. Amor com Amor se paga.
Isto vai mesmo muito mal. Até quando? Até onde?
Qjs
Adãoamigo
Só vens corroborar o que eu já sabia quanto ao número de Tugas que aí estão. Parece que por vezes não são grandes espingardas, mas também quanto ao acolhimento...
Mukandas também para a malta do antigamente e para os novos também.
Kandando
Mônicamiga
Muito bem. Obrigado
Qjs
Mônicamiga (II)
Muito bem. Obrigado
+ Qjs
Mônicamiga (III)
Muito bem. Obrigado
Ainda + Qjs
Carolamiga
Dias não são dias. Por vezes, que um homem não é de pau, canso-me da escrita bem disposta. Aliás, raras, mas como que vamos tendo...
Mas, tá tranquila: volto ao riso... Um destes dias.
Qjs
Gisalindamiga
O Eduardão e a Raquelinha formam um casal ferpeito; fariam, tá claro, kisto é uma forma de dizer... rsrsrs
Realmente parece quase impossível que, apesar do nosso Atlântico que nos separa e nos abraça, tenhamos feito uma Amizade tão bonita como esta.
As brincadeiras que fazemos é bem a demonstração dela; parece-me que, salvo a diferença etária, andámos juntos na escola primária, ou seja nos conhecemos há um ror de anos. Estou muito feliz com que assim seja. E continuará a ser.
Um blogueiro quase a tempo inteiro, de quando em vez também dá para a banda do triste. E escreve correspondentemente. Mas, isto passa-me.
É a estória da borracho que diz para uma mulher feia: você é mesmo muito feia! E ela: e você está muito bêbado! E ele: mas, amanhã passa-me...
Abç e qjs, muitos
Émepontamiga
Os reformados, um destes dias, levam uma injecção atrás da orelha e pás! Sai muito mais barato do que qualquer pensão. Kaxas?
Qjs
Chuvamigo
A realidade é dolorosa as mais das vezes. E as desgraças como os desaforos não nos devem, não podem passar ao lado.
Bom seria que vivêssemos num mar-de-rosas. Mas a utopia foi um ar que lhe deu.
Muito obrigado pelas tuas palavras generosas como sempre. E prepara-te para o passatempo/concurso e também... para o sorteio. Se ainda não me (per)segues - já são tantos, felizmente - não te esqueças.
Abç
¡Hola Henrique!
Paso por acá y encuentro una vez más que vos tienes un estilo muy proprio y además muy perfecto. Estoy intentando aprender un poco más de Portugués con lo que escribes. Pero, vos digo, el viejito ese jubilado no tenía que morir. Es decir, el fin de tu crónica debería ser más feliz. Sin embargo, vos la escribiste y quién lo sabe es el Autor.
Desde Argentina sigue un besito para ti
Caro amigo isto é uma verdadeira obra prima de verdades ditas, meio a sério meio a brincar.
Adoro a tua suave acutilância nestas cenas do quotidiano.
Magnifico.
Bonitamiga
Punta del Este tiene que ser una maravilla ya que tu estás alli. Muchísimas gracias y hasta pronto
Qjs
Manuelamigo
Penso que é mais uma obra tia. Não fora o caso de eu ser - tenho de confessar, depois de o admitir - um verdadeiro génio do teclado, teria de fazer uma reverência e, quiçá, beijar-te - porra! - a mão ebúrnea. Assim, apenas registo as tuas boas palavras e mando-te um
abç
FerreirAmigo,
Não é que fiquei triste a ler o teu post?
E não é hábito.
Mas, este post, descreve situações que me revoltam.
E que não gosto de lembrar porque me revoltam.
A solidão dos velhos, deixados no benco do jardim, a jogar cartas, à espera de morrer.
Aquele abraço
Triste e dura realidade !
Caro Antunes Ferreira,
Primeiramente lhe digo que é um prazer receber sua visita e comentário em meu blog. Me alegra muito receber visitas dos irmão portugueses, ainda mais saber que o que a gente escreve agradou.
E digo-lhe ainda que o juízo não impede nós homens de manter acesas nossas inclinações a apreciar o sexo oposto e seus atributos naturais que são verdadeiras obras divinas. Grande abraço aqui do Brasil e estou te seguindo.
Eis-me a ler aqui na Travessa em dia de Ultimatum deixado lá no meu poleiro... Valha-me Deus, que não é caso para tanto, caro amigo Henrique! enfim...gosto sempre das histórias dos reformados. Têm sempre muita sabedoria embrulhada num despretensiosismo encantador!
Saudações!
Coimbamigo
Poizé, a vida tem destas coisas. Mas, tristezas não pagam dívidas... e ainda não pagam IVA a 23%
擁抱
Eduardamigo
É o que temos e que se calhar não me..., digo, merecemos. De braços cruzados não vamos a lado nenhum.
Abç
Valteramigo
O obrigado é meu. E as considerações, sendo tuas, também podem ser minhas. Ou seja, consonância perfeita.
Volta depressa e quando queiras comentar, avante!
Viva o Brasil!
Abç
Leoamiga
Ultimatum? Nada, nada, minha querida. Chantagem, pura chantagem - que resultou.... rsrsrsrs
Reformados unidos jamais serão fo..., vencidos!
Qjs
Caro amigo, grato pela visita que fez ao meu blog e respetivo comentário.
É um gosto imenso fazer parte desta "Travessa" que desconhecia, mas o mundo da blogosfera tem destas coisas, é imenso e a pouco e pouco, vamos descobrindo coisas novas e maravilhosas e por vezes amizades para a vida, como muitas que nestes meus dois anos de blog, comigo têm acontecido!
Agradeço o seu elogio às minhas fotos, não sou profissional, diga-se...
Um abraço e gostei muito do seu blog, voltarei para ir comentando as postagens!
Rui Pires
Ruiamigo
Não és profissional - mas tens uma objectiva igual ao teu objectivo: fazer excelentes fotos.
Muito obrigado por teres vindo cá; até à próxima
Abç
Isto é quase a crónica de uma morte anunciada.
E não se pode substituir o finado reformado por um qualquer dos nossos politiquitos?
Raposamigo
Saíste-me cá um raposão... Não queres mais nada? Uma água de malvas? Por mim, que não te falte nada.
A tua menina? E a tua bizarria?
Qjs para ela e abç para tu
Hoje acho que isto não está tão mau como de costume. Mas não precisava de atropelar o viúvo; é puro sadismo. De si há-de esperar-se tudo.
Querido Henrique
Gosto muito do que escreve, porque escreve muito bem. Já muitas pessoas têm perguntado e eu repito, para quando um livro com estas crónicas? Seria um sucesso editorial, um best seller, tenho a certeza.
Beijinho amigo
Excelente panoramica da nossa triste realidade, bem contada como sempre
(o tal fotografo é um ET mas shiuuuuuuuu que ele nao sabe que eu sei )
beijinho
Carrascamigo (???)
Há, sim senhor, tudo, tudinho mesmo. Na verdade, fez o obséquio de me relembrar: o marquês de Sade ao pé de mim é uma put, digo, um puto.
Letíciamiga
Muito e muito obrigado; no que toca ao livro comecei a começar a pensar nisso. Lá mais para o Verão, verão todos e tu também
Qjs
Felinamida
Grande consolação me deste. 'tagradecido
Quanto ao ytpznh, mdfgrt bqdzxxy j lçnkwwx(*)
Qjs
(*)gajo, bem me parecia que o conhecia
Caro confrade e amigo Henrique Antunes Ferreira!
Pode me colocar de castigo no milho, porque somente no dia em curso consegui acessar seu imperdível espaço cibernético!!!
Mais uma vez sua brilhante pena nos brindou com uma crônica reflexiva, que traz à baila a cruciante questão de se viver sob a égide da premissa da mais valia!!!
Caloroso abraço! Saudações reflexivas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Diadema-SP
PS - Adorei o casto!!!!!!!!!!!!!!
Profamigo e casto Confrade
Que se passou? Loucura (mais uma) do Blogger? Hackers do executado, digo, executivo? Censura? Sei lá, há gente para tudo...
Essa tua qualificação de reflexivo levou-me a reflectir seriamente sobre a vida negra que vamos tendo. Grato te estou.
E mantém-te castro e fidel, ops, casto e fiel.
Abç
Henrique
Deve ter sido divertido! Dê um abraço em Raquel por mim e lhe diga que quando vier a BH não deixe de nos telefonar.
Eu demorei a não acreditar no papai Noel. Já era grandinha e tinha certeza que ele existia porque minha familia fazia de tudo para tornar convicente o tio vestido de papai Noel.
com amizade e carinho de Monica
Mônicamiga
O Pai Natal, como símbolo, existe mesmo. E é bom que assim seja.
Qjs
Triste, amigo Henrique. Flagrantes da vida real, como havia (ainda há?) no Almanaque Seleções Reader's Digest, que se nos impunham como ideologia do bem-estar.
amigo henrique, deste-nos uma bela bela história, quase neorealista, contada em boa escrita ou prosa. Uma obra pefeitinha que dá gosto ler. Melancólica e triste mas assim é a vida.E está lá tudo, cavaco e a pac, os tostões e os euros, o roubo dos vencimentos e das pensões, o jardim da estrela e as mesinhas de jogo dos reformados alem das más calçadas de lisboa.
Fiquei sensibilizado com o personagem e o seu dia a dia, comovido mesmo com o desfecho e não só.
é verdade, ele há tanto reformado/a que teima em atravessar as ruas sem ser nas zebras (que é isso?) ou nas passadeiras com o semáforo adequado para passar, mesmo os que usam bengalas e vão lentos.
abraco e ja lerei outra vez o teu conto
Clóvisamigo
Os flagrantes da vida real das Selecções do Reader's Digest acontecem todos os dias. Umas vezes bem dispostas, outras menos. Será o caso desta estória...
Brigado
Abç
Patríciamigo
Uma novidade: bela foto, com barbas e tudo. Parabéns!
No resto, foi o que se pôde arranjar, com mais pitada ou menos tempero, já sabes que eu sou assim, incorrigível militante e malandro praticante.
Gosto de escrever, todos o sabem. Gosto mesmo muito, muitíssimo, muitérrimo, muitimissimérrimo. E dizes que o não faço mal de todo.
Mas ainda mais gosto que me apreciem. É um reconhecimento que me satisfaz. Que queres?, eu sou assim e não seria ao setenta que iria mudar...
Por tudo, um grande obrigado
Abç
não, eu nunca disse que não o fazes mal de todo, isso seria uma negativa com algumas reservas salvando um poucochinho. Eu disse-o pela positiva sem reservas.
essa do muitimissimérrimo está boa mas é dificil de dizer e até de escrever (tive de fazer copy e paste). aposto que o professor do rei o obrigava a repetir isso muitissimerrimas vezes.Abraço, p b
Patríciamgo
Esse retrato barbado caiu-me no goto. Éke ficas mesmo bem, jwqdstryhgtcnkml(*) bem, segundo o que me disse o jklçxzsw(**) do peito, mas não trfgghqlqjy(***)
Quanto ao rei, nada feito; prefiro o exemplo do Demóstenes que, de gaaaagggooo passou a exímio orador só com coisas na boca, i.e., pedrinhas
Abç
E agora, ainda consegues responder?
(*) muitimissimérrimo
(**) amigo
(***) identificado
Lê-se num instante. Peripécias relatadas sem preciosismos linguísticos muito próximas da realidade, características que cativam o leitor.
Obrigada!
L.B.
Lidiamiga
Estou feliz por te ter aqui e pelo simpático comentário que me deixaste. Para quem escreve é gratificante ler apreciações como tua. Brigado e volta sempre
Qjs
Estimado Amigo Henrique,
Todas as suas belas palavras são bem actuais, porém os governantes são surdos e Portugal chegou a este estado devido à arrogância e o quero posso e mando.
Abraço amigo
Antunes
Que triste cenário este!!!
A solidão, a angústia e as dificuldades financeiras a condicionar a vida das pessoas que já muito deram do seu esforço e que morrem numa estrada qualquer sem eira nem beira..onde apenas resta "ser levado"...
Muito bem contada por si, comme d'habitude :)
Gambetamigo
É isso mesmo, talqualmente. Mas foram os Portugas que os elegeram; eu, não fui. Não estou a tirar a água do capote: não fui. E vamos caminhando para o abismo. Aos abrigos!
Abç
Céliamiga
Pudesse eu não contar esta estória e outro galo cantaria. Mas, temos um coelho que saiu da lura e agora haja quem o ature de bico calado; eu continuarei a sermoar, se calhar aos peixes...
Qjs
Bom-dia amigo!
Que dizer do seu blogue e da sapiência com que o escreve. Os seus seguidores falam por si.
Quanto ao cantinho da 'nossa amiga' comum Felino/Gatona, espero bem que a mesma nos desculpe p'la invasão mútua da escrita alegre entre nós dois.
Um abraço incongruente !
Ao contrário do tédio que pode ser o nosso cotidiano, sempre tão igual, ler o que vc escreve é uma delícia.
Não falei que voltava...
Beijo
JOTamigo
Prontos (sem s), não se fala mais nisso. Moinhos passados não movem mais augas. Bom, bom, mas mesmo bom é ter-te aqui, animado das melhores intenções e até das facções mais intrínsecas ou obnóxias da nossa mais esmerada sociedade, o jéte sete e meio.
UMA ORDEM!!!!!! Quero-te cá, pelo menos, nove dias por semana - o que não se me afigura difícil. Eu só te prometo duas, duas vezes, e por semana, já é muito bom para a minha provecta idade. Promessas...
Quanto à nossa querida Felina/Gatona, é bué da fixe. Disse.
Abç
Parolamiga
Não disseste - mas voltaste. Linda menina! Se as minhas tretas conseguem fazer que ultrapasses o tédio, não digas mais nada; deixa-me pôr uma toalha de banho no pescoço por causa da baba.
Qjs
Henrique e Jota
As portas do meu cantinho estao sempre abertas para as vossas dissertaçoes, faz-me aumentar os comentários ahahahah parece que é bom para as estatisticas, para mim é igual ao litro, basta me a vossa presença por lá e obrigadinho, por vossa causa vou andar nas bocas do mundo eu que sou tao discreta só vejo por todo o lado FELINA/GATONA
Beijinhos aos dois
FELINA:
Bom, desses assuntos FELINO/GATONA o Henrique é que trouxe à baila, se calhar fala com conhecimento de causa, ehehe!!!
Tenho que me 'documentar' sobre a tua pessoa, e nada melhor que o caríssimo Henrique p'ra me informar.
Quanto ao pseudo-nick que te é imputado p'lo Henrique, espero que sejas merecedora desse epíteto e que não te tornes muito convencida.
Vamos ao livro, vamos ao livro? É só juntar suas belas histórias, bem escritas e criadas, ordenar e chamar a editora. Nós todos ajudamos. As vezes leio com atraso em relação ao envio, em face dos chamados afazeres profissionais. Mas gosto de todas as histórias. Nessa do aposentado, não me lembro de ele chegou a ir desta para melhor ou apenas foi atropelado, mas não tem bronca. Se seu livro já estivesse pronto, ele poderia levar um exemplar e ficar lendo no céu. E diria: mas esse Antunes é um sacana gozador.
E a estátua da D. Raquel, por te aguentares tanto?
Ora não bastavam os tais cortes e recortes nas finanças do homem, mais a cozinha desarrumada, e o amigo ainda o leva desta para melhor??!!!!
Gostei de o visitar, já não o fazia há um tempinho (a vida ocupa-nos com coisas diversas e o tempo não se estica como gostaríamos) e tinha saudades dos seus escritos.
Um grande abraço
Ferreiraamigo
Foi um prazer inaugurar a minha entrada na Travessa, com a leitura deste "best seller".
Salvé, Amigo blogosférico!!!
Está mesmo em forma.
Um abraçoamigo
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