Com pilhas
alcalinas
alcalinas
Antunes Ferreira
Chegou o tempo do anoitece mais cedo, com o estendal correspondente das nuvens acasteladas, das gretas de frio, dos assadores de castanhas, do isto vai mal, do pendurar das iluminarias apagadas, da lua baça, do sol sem lugar no céu, de todas essa coisas que enlameiam o ar e pegam de caras a chuva nas caras.
O homem, arrastando os pés, entre a lesma e o caterpiler conjugadas com as lagartas dos tanques, saiu à procura duma borboleta, em esperança vã, com uma sombrinha automática mas sem varetas. Difícil de encontrar essa mariposa que ele deseja de cor azul-marinho e com asas de filigrana à moda do Minho. Bastante difícil.
Estendem-se os dias em direcção ao norte, sem GPS, à procura de um Natal com lanternas chinesas – porquê outras quaisquer, se é (quase) tudo chinês? – plástico transfigurado em árvore, anseios pendurados e desejos enfiados em caixas de sapatos, aliás pretos e de sola sintética, com pala e meio salto. Atacadores não, que apertam muito, mais do que coletes de forcas e de forças.
Assim segue o cidadão de óculos embaciados sem limpa pára-brisas, em velocidade moderada, metendo de quando em vez os pés nas poças das cataratas citadinas e quotidianas. De passagem, terá de entrar numa qualquer loja, excepto em padaria avulsa ou pharmácia do antigamente, mas com gavetas telecomandadas à distância, para comprar uma ventoinha (de preferência com pilhas alcalinas), está um frio de rachar, e sujeito prevenido vale por três, pagando apenas dois como nas grandes superfícies.
Se conseguir passar estas fronteiras calendarizadas, para o ano… é capaz de haver mais.Ou menos.


60 comentários:
ou talvez o mesmo... : )
Um texto muito simpático, o final do ano é extenuante, cansativo, bom para refletirmos sobre o que passou e não pensar no que virá, apenas cultivarmos os bons presságios e esperanças para o ano que se inicia. Com aquecedores elétricos e quentes, de preferência:))Um abraço, Yayá.
Que beleza de texto e quão bucólico ele é !...
Porém há que registar que há sempre algo ou alguém que não tem razões de queixa como é o caso das "pilhas alcalinas do antigamente" que, entre outras coisas de menor importância, têm-no "cátodo", protegido por um "separador" e inerente "tubo isolante".
Abraços e queijos. Zé
As pilhas de antigamente e estas que actualmente usamos e que nos ajudam em muitas tarefas pois são necessárias.
Quem sabe se alguma coisa as virá substituir...?
Teus textos sempre bem escritos e esse faz pensar...abraços,linda nova semana e lá vamos nós...chica
Há uma certa tristeza a atravessar todo o teu belo texto!
Abraço
Henriquamigo
Talvez????
Espero bem que, não haja luzes nas ruas, montras mascaradas de Natal, coisas a tentar o pagode a comprar o que não pode.
Voltemos ao Natal antigo, por favor!
Era tão mais "Festa de família", tão mais bonito!
Ceia honesta, de bacalhau, batatas e couves, alguns doces tradicionais e baratos e, as crianças à espera que o Menino Jesus lhes trouxesse uma coisinha qualquer, brinquedo, chocolates, um livro... E como sonhávamos nessa noite!
Depois, veio a moda dos montes de presentes, das casas enfeitadas, das árvores de natal coloridas que exoneraram o nosso Presépio tradicional para a despensa, os enormes perus de aviário, as mesas carregadas de comida que, dois dias depois, irão encher os contentores do lixo. Tenho saudades do "meu" Natal, festa de família, festa de amor. Este já nada me diz.
Devia ser proibido. Comida deitada fora e gente com fome; ruas e casas engalanadas e gente sem abrigo.
Ai meu amigo, "Como era diferente o Natal em Portugal"! Como era bonito! Transformaram-no nisto. E agora, em tempo de apertar o cinto, que querem fazer? Já ninguém se sentiria bem com o Natal antigo e, o dinheiro não chega para o que estão habituados.
A tua história, bem escrita, bem contada, deu-me a nostalgia dos outros Natais.
Abçs, beijinhos e queijinhos
Maria, a saudosista
Haja "pilha" para superar o insuportável (a crer nas "sábias" palavras da Cavacal figura) Natal e final de ano que se avizinham.
Ontem, por acaso, lá em casa, a "patroa" já fez uns fritinhos de Natal que "escorregaram" com a bela aguardente de medronho que trago lá da Foia. Já me cheirou a Natal.
Os ricos que paguem a crise !
Catarinamiga
Se for o mesmo também estamos... copulados
Qjs
Yayámiga
Bonita opinião e bonita esperança. Se pensarmos no que passou será sobretudo para analisar o que fizemos, o que não fizemos, do que nos esquecemos ou do que quisemos esquecer-nos.
... e isto está muito frio, mesmo gélida
Qjs
Zéamigo
Nestas coisas de pilhas tu tens... pilhas de sapiência. Como compete a um almirante, tá visto; eu que sou um simples marujo e de água doce tento ter pilhas de... graça: Mas não consigo ter...
Já nem te pergunto quando nos encontramos... A Raquel já quase me bate por eu não te obrigar a. Feitios...
Abç
Coelhamigo
Chi lo sà? Pilhas, baterias, acumuladores... um destes dias se verá: serão de papel - higiénico? Ou serão de massa tenra como os pastéis?
Abç
Chicamiga
Cada semana que entra é mais um susto que se prevê, tal andam as coisas. Enfim, éoke se pode arranjar.
E o teu marido, que tal vai?
Qjs
Rosinhamiga
Tens razão, minha querida. É uma tristeza transversal, ma também horizontal e, até, vertical. Como querias que assim não fosse? Rir sempre cansa muito. E, por vezes, dói.
Qjs
Mariamiga
Ainda não chegámos ao Natal, o que é absolutamente normal, num País em que o Carnaval é o habitual; tá mal.
E tem de ser assim: o bolo-rei foi despromovido a bolo de cenoura sintética; as couves e os brócolos, passaram a urtigas liofilizadas; o Pai Natal nem sequer é, hoje, enteado entrudo, já um tanto entrado.
As coisas são o que são. Presépio? Um T1 ou o monstro da CGD? E o bacalhau é tão raro e caro, que - se nem um jaquinzinho se pode comprar - nem a chaputa (eu escrevi o nome de um peixe) salgada serve.
E quanto ao peru, substitui-se pelo burundi. E já é uma festa. Sem farturas, muito menos filhoses; só avóses e fora do prazo de validez. Ou será invalidez?
Como podes ver continuo a ser um invertebrado. digo, inveterado otimista (cf. Novo Acordo etc.)
3abçs e meia fatia, fininha, de queijinho fresco para tu
Eduardamigo
Medronho é comigo, juro pelo sangue do Cristo. Um Amigo do Azinhal trouxe-me umas garrafósias que não sei se te diga, se te conte.
Nunca acompanhei tal pomada com coscorões, mas parece-me que seriam muitos fritos estragados. Ámen. Deo gratias.
Abç
PS (aqui é Post Scriptum) - As vacas éke parecem felizes, Cavaco dixit.
Meu amigo querido,que texto repleto de poesia!!!
É o fim do ano,se aproximando e a poesia dos dias frios te inspirando e emocionando...e a nós encantando.
Bjssssss e mineiros queijos,
Leninha
A ver vamos se consegue...
Abraço.
Leninhamiga
Muito obrigado, minha querida. Mas, quem faz poesia são os poetas e eu sou mais de prosa. Quando o escrevi talvez a desilusão e o desencanto tivessem vindo ao de cima, não nego. Porque um homem não pode demitir-se de si mesmo e da sociedade em que se integra.
Qjs
Manekenamigo
Verá-se, como diz o ceguinho, verá-se...
Abç
Amigo Ferreira
Depois do que acabo de ler quero dizer-lhe que você é mesmo muito bom no sério, como é bom no irónico. Venho aqui sempre com muita satisfação
Um abraço
Que belo texto! Angustiante, porém!
Estimado Amigo Henrique,
Li atentamente seu maravilhoso artigo e fiquei pensando.
Nos dias que vão correndo, neste mal tratado mundo, as pilhas nos vão uma óptima ajuda, mas, muitos dos materiais made in China já nem pilhas usam, mas sim um dínamo, onde nós através de um pequeno exercício fisíco o podemos recargar e depois utilizar por tempo indeterminado.
An dei no mar durante anos e nunca fui possuidor de GPS, porém o norte esse encontrei.
Adorei sua maravilhosa escrita.
Da China com amizade, um abraço amigo
Edwardamigo
Não sei que te dizer a não ser uma só palavra: muitíssimo e muitérrimo obrigadíssimo e obrigadérrimo por tamanho elogio. Ora essa; eu tinha dito uma só palavra. Descuidei-me - se muito ruído.
Thanks a lot
Abç
Carolamiga
Angustiado ando eu, andas tu, andamos nós, andam muitos. Por mor dos passos da crise? Ou do crise do Passos? E brigadinho.
Qjs
Gambetamigo
Dizem-me, de fonte mais ou menos segura, que à minha revelia, mas organizado por um tal A.F., corre no Feissebuque um pedido para a constituição de um grupo de fãs de um gordamigo. Não faço a mínima ideia do que se trata, eu seja ceguinho. Quem foi o malandro que apagou as luzes?!?!?!...
擁抱
HenriquAmigo
O governo vai acabar com as ventoinhas e já está a ficar sem as pilhas, portanto para o próximo ano só pode ser menos
Abraço
Henrique
¡Hola! Por Dios amigo vos tienes cosas rarísimas en Portugal, con pilas ou sín pilas, pero nosotros también las tenemos aquí por Argentina.
Hay que decir que ya estuvimos en peores líos, pero ellos siguen siendo muy pesados. A ver lo que pasará con vosotros y con… nosotros. ¡Ojalá todo os corra lo mejor posible!
Un fuerte abrazo
FerreirAmigo,
Duracell, as do coelhinho frenético.
Que os coelhinhos frenéticos estão na moda.
E não são chineses.
Aquele abraço
Carlosamigo
Talqualmente. Ventoinhas, vá que não vá. Pilhas creio que nem substitui-las dá. Estão fora do prazo de validade, como sempre estiveram.
Abç
Zagarettiamigo
Mira que rollo en lo cual estamos metidos, es decir nos meterán. ¡Que el Señor ese nos cubra de bendiciones! Caray, que estamos jodidos…
Abç
Coimbramigo
Coelhinhos frenéticos, Gasparzinhos frenéticos, Pereirinhas frenéticos e até Portasinhas frenéticos, uma mão cheia que nem chineses são, tou de acordo.
Abç
Caro Antunes Ferreira
Quanta tristeza neste belo texto. Desta vez, a ironia ficou de fora. Adorei
Bjcas
Albertinamiga
Infelizmente, não há motivos para grandes alegrias; não falo da família e dos amigos: falo do resto.
Qjs
amei seu blog vou seguir
aqui tem um texto que gosto muito
se der leia.
bjo!
http://paraneura.blogspot.com/2011/09/para-os-ultimos.html
Nathyamiga
Já lá fui e já te sigo. E... amor com amor se paga. Tens um sorriso lindo, juro.
Qjs
amei seu comentario em meu blog.
espero que possamos poemar juntos! nessa longa ou curta travessia!
bjo
Eu até acho que vamos substituir pilhas por velas: ler, coser, computar, tudo à luz das ditas, como há cem anos!
Belo texto mesmo, com a melancolia que o atravessa (ou talvez por isso)!
Abraços
Olá Henrique
venho retribuir a sua simpática visita e gostei do seu blogue.
Vou espreitando.
Até depois
Beijinhos
Nathyamiga
Claro que sim, não tenhas dúvidas.
Qjs
Émeluamiga
Puseste o dedo na ferida: pelo caminho que nos resta... só nos resta usar as velas. Ou, de acordo com o Mestre secretário, fazer velas e zarpar. Não, isso é para a jumentude...
Qjs
Isabelamiga
Muito bem e muitóbrigado. Ter cada dia mais uma Amiga dá-me imenso prazer e sastifassão. Valha-me a boa disposição... mas nem sempre.
Volta logo
Qjs
Então e a borboleta??
Por onde andará?
Por este andar, nem ventoinha, nem pilhas... nem... nada...
Beijo
Carlota
Por este andar? Por este desandar éké. Brabuleta era a do Nicolau Santos; ele cansou-se, não gostou mas habituou-se. Assim andamos nós, muito devagarinho que o IVA já está nos 23%. E quem nos garante que não sobe? São os passos da crise? Nada, é a crise do Passos.
Qjs
E não fujas tanto, que aqui não pagas IVA - ainda...
Vim visitar a sua Travessa e, confesso, fiquei tão pequeno perante a mestria e o talento de quem a alimenta.
Vai ter que me aturar muitas vezes.
Obrigado pelas palavras sábias que me deixou.
Ferreira
O pior das pilhas é não saber onde jogar fora?
Quanto tempo elas ficam por aí?
com amizade e carinho de Monica
Caro confrade Henrique Antunes Ferreira!
Primeiramente quero deixar registrado meu agradecimento por saber que embarcou no meu vagão do Expresso do Oriente (forma que utilizo para me referir ao meu blog) e mais ainda que tornou-se passageiro habitual e deixou registro de embarque!!!!
Também apreciei sobremaneira conhecer seu blog, que denota pertencer a um ser vivente tarimbado e com uma verve maravilhosa!!!
Esta fantástica tecnologia, que veio para revolucionar nossos contatos e aprendizagens, ainda me encanta, porque temos a prerrogativa de conhecer pessoas que em outras circunstâncias as possibilidades de conhecê-las seriam remotíssimas, além é claro de aprender cada vez mais!!!
Este artigo de sua lavra deixou patente que estamos na mesma sintonia!!!
Caloroso abraço! Saudações memorialistas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Diadema-SP
Manuelamigo
Alto lá, pára lá os cavais. Para quem passou, passa e passará a vida (e a ganhá-la tão honestamente quanto me foi possível) a escrever, mal de mim se não me safasse.
De qualquer jeito, aqui te deixo o meu obrigado e uma ORDEM: passa a vir aqui cinco vezes por... dia.
Abç
PS (aqui é Post Scriptum) - E, além de me (per)seguires, diz aos teus cúmplices para também o fazerem. Fico à espera de novas novas.
Mônicamiga
És uma Lázara, pois ressuscitaste. Excelente! Tive muitas saudades de ti e até julguei que te tinhas esquecido de que eu existo... rsrsrs
Quanto às pilhas, espero que durem... até ver
Qjs
Profamigo
Como é bom ver-te por aqui. Os Amigos e em especial os blogosferianos eu trato sempre por tu. Se não gostares, diz-me que eu sou muito compridor, com u.
Como te deixei escrito, o teu blogue é bué da fixe; esta aprendi com os meus netos... bué da = muito. Vou voltar lá assim que possa. E vou linkar-te aqui na Travessa que agora é nossa.
Abç
Obrigado pela passagem lá pelo meu "pobre" blogue.
Muitas vezes visitamos blogues e - por uma razão ou outra - não deixamos vestígios.
Porem, calcorreando por algumas das postagens aqui encontradas, no fim não contive o desassossego em que me deixaram.Postagens que são uma espécie de facetados "espelhos" onde nos revemos magnificamente favorecidos.
Tal facto anuncia um regresso em breve.
Até lá, aquele abraço.
Paulo
Sempramigo
Bonita visita, bonito comentário. Quiçá eu não o mereça - mas isto é frase feita e não vem para aqui chamada.
Aqui na nossa Travessa (e também no Pulhitica) faço o que posso; ou, pelo menos, esforço-me por isso.
E, por isso, por isso é que o que me dizes me faz bem ao ego. Que não sei bem o que é; mas lá que faz bem, isso faz...
Abç
Pasmado!...as pilhas são de marca branca ou Duracel? Todas ficarão descarregadas pelo andar da carroça. Ah!...este Natal é triste e palpita-me que em 2012, já não haverá festa natalícia.Será embrulhada nesse molhe de feriados a abater, como se a crise por isso desaparecesse. O mal está no ministro?!!!
Henrique,
Engraçado é que a pilha alcalina(Duracell, diziam os comerciais que durava o dobro) foi sendo substituída e nem notamos...Depois vieram as recarregáveis,depois dínamos, bateria... E o fato é que já avançamos bem mais que isso, e temo meu amigo, que acabemos na “caverna” tentando fazer fogo de alguma maneira...
Sua prosa tem um “quê” de nostalgia, de desilusão pelo que o homem tem se tornado, apenas reflexo do que o mundo impõe e ele vai andando conforme corre a maré. Sabe Henrique, acho que a maior desilusão nisso tudo da questão “made in China”, é que as pessoas tem se tornado produto tal qual (falsidade, produtos com defeitos, feito de materiais baratos...)
Bem o importante é não desistirmos da vida, nem do ser humano que é o que importa e quem sabe, se começarmos a berrar, alguém nos ouça né?
Bussola é um instrumento que foi ultrapassado pelo GPS, e como eu nunca tive “bom norte” procuro ao menos ter bom humor.
Obrigada pela sua visita, comentário e elogio. Tu és bué de simpático. E eu uma tagarela incorrigível.
Beijokas doces e uma quarta-feira cheia de paz, e que venha o natal, o ano novo e a gente vai vivê-lo de novo... Afinal a vida é um ciclo!
Afígaramigo
Cantava a grande Amália:
Sabe-se lá
amanhã o que virá
Sabe-se lá
quando a sorte é boa ou má...
Nem Natal, nem o resto; não gostam? Ponham na beirinha do prato
Abç
Ou se houver próximo ano...Tantas as maleitas e escorregadelas, as catástrofes e avisos...2012 vai ser o apocalipse! Desconcerta-me a tua ironia fina, o ritmo e a leitura de entrelinhas...
Marlyamiga
A este escrito, como já muito boa gente disse, falta a ironia que uso e de que abuso. Mas, nos dias que vão correndo, por vezes um sujeito... cansa-se de brincar. Mas, aqui prometo solenemente que volto a fazê-lo - e depressa, que se faz tarde.
Adoro ver-te por aqui. E sem pilhas... recarregáveis, que tu não precisas, vê-se logo que acumulas energia e, além disso, és... palradora. Eu também, não te preocupes.
Quero ver-te por cá no mínimo três vezes por dia. Podiam ser dez, mas faço desconto.
Qjs, muitos
Bentamigo
É Portugal, ninguém é igual e muito menos leva a mal. É sempre igual, afinal; por isso é bestial e/ou é animal intelectual. Porque o Natal é factual e o actual não... se vai repetir. Querias tudo terminado em al? Também eu, mas faltam-me as pilhas...
Obrigado por teres vindo
Abç
Gentamiga recém chegada
Estou sastifeitíçimo com a vossa vinda, com os vossos comentários, com tudo, enfim!
Mas (raio de adversativa que aparece sempre) peço-vos que me enviem os vossos imeiles para vos avisar quando devem correr para os abrigos, isto é, que vem aí novo testículo, com x.
E, mais ainda, que tratem de me (per)seguir, inscrevendo-se na lista para o efeito. Tenho a veleidade de entrar para o Livro da Cerveja, ou seja o Guinéçe Buque. Façam o obséquio.
Brigadinho
Gentamiga II
Avisam-se os perigosos cadastrados (rsrsrs) abaixo nomeados que já não me fogem - tenho-os já linkados aqui na nossa Travessa.
Portantos (sem s), já não se procuram, vivos ou mortos
Luís Coelho
Eduardo Miguel Pereira
Leninha
Gambeta
Nathy Costa
Isabel
Manuel
Paulo Sempre e
Marly Bastos
Olho neles!
Qjs & abçs
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